Fazendo Upgrades
As modificações normalmente feitas em um Upgrade são:
Fonte de alimentação: vai desde o aumento da corrente e redução de ruídos de uma fonte chaveada até a construção de uma fonte tipo "shunt", utilizando transformadores toroidais, um para cada finalidade e em gabinete separado.
Gabinete: vai desde a simples aplicação de manta asfáltica em locais estratégicos das paredes internas do mesmo até a total coxinização de placas, adição de chumbo e/ou reforços, blindagem de estágios, etc.
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Eletrônica: vai desde a troca apenas de componentes de passagem crítica do sinal até a substituições de estágios completos, melhoria de desempenho do circuíto de correção de erros (focus/tracking), redução de ruídos do motor de giro do disco (no caso de CD's/DVD's), oscilador do clock exclusivo (em equipamenteos com etapas digitais), etc.
Fiação interna: vai desde o aumento da seção de alguns condutores estratégicos até a substituição por fios muito especiais, de cobre OFC banhado à prata, de prata, de maior seção e geometria especial, etc.
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O custo de um upgrade somente termina no limite do bom senso e da disponibilidade. E cada equipamento pode demandar um custo diferente, cada qual relacionado a um determinado desempenho. Esse valor deve ser considerado como uma “verba disponível” e os trabalhos serão direcionados a otimizar o desempenho do aparelho o melhor possível dentro dessa verba.
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Em geral o aparelho é analisado antes de se fazer recomendações sobre o que deveria ser feito, pois apenas executar uma série de tarefas no aparelho e cobrar por isto não mantém uma boa relação custo/benefício, que é objetivo central de qualquer upgrade e, para tal, é preciso fazer uma série de trabalhos e avaliações passo a passo até um acerto final.
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